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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O dia do meu Batizado


sábado, 19 de novembro de 2011

Amanhecer I

Ja vi o filme e é sem duvida espectacular... Venha ja a parte numero 2... eheheheheheheheh
Adoro!!!


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A Força do Meu Coração

la fuerza de mi corazon

Lejos de todo cuanto ame
En tiempos oscuros vivo hoy sin ti
Pero aun queda un suspiro de honor
Como aliado de este gran amor

Hay un lugar mucho mas alla del sol
Donde mi reino acaba en tu corazon
Donde los sueños se hacen realidad
Y una leyenda nacio grabada a fuego en mi piel
coro

Con la fuerza de mi corazon
Y el coraje de un amor sin fin
Me armaré un día de valor
Y volvere a conquistar lo que perdi...
Con la fuerza de mi corazon
Luchare hasta recuperar
Cada instante que pase sin ti
En el destierro de un lejano adios...

Cuando la noche llega se
Que esa luna que brilla para los dos
Marca el destino que sera
Y en tus labios siempre escrito esta

hay un lugar mucho mas alla del sol
Donde mi reino acaba en tu corazon
Donde los sueños se hacen realidad
Y una leyenda nacio grabada a fuego en mi piel
coro

Con la fuerza de mi corazon
Y el coraje de un amor sin fin
Me armare un dia de valor
Y volvere a conquistar lo que perdi...
Con la fuerza de mi corazon
Luchare hasta recuperar
Cada instante que paso sin ti
En el destierro de un lejano adios...

Mil ilusiones brotan sin razon
Son el legado de la envidia y el poder
Pero la esperanza nunca muere porque se que te llevo muy dentro de mi, en mi...

coro

Con la fuerza de mi corazon
Y el coraje de un amor sin fin
Me armare un dia de valor
Y volvere a conquistar lo que perdi...
Con la fuerza de mi corazon
Luchare
Hasta recuperar
Cada instante que pase sin ti
En el destierro de un lejado adios...
Con la fuera de mi corazon
Y el coraje de un amor sin fin,
Volvere a conquistar lo que perdi...

A Força do Meu Coração

Distante de tudo que amei,
Em tempos obscuros, vivo hoje sem você,
Mas ainda fica um suspiro de honra,
Como aliado desse grande amor.

Há um lugar muito mais além do sol,
Onde meu reinado acaba no seu coração,
Onde os sonhos se tornam realidade,
E uma lenda nasceu gravada a fogo em minha pele
coro

Com a força do meu coração,
E a coragem de um amor se fim,
Me armarei um dia, de valor,
E voltarei a conquistar o que perdi,
Com a força do meu coração,
Lutarei até recuperar,
Cada instante que passei sem você,
No ermo de um distante adeus.

Quando a noite chega, sei
Que essa luz brilha pra nós dois,
Marca o destino que será
E em seus lábios sempre scrito está.

Há um lugar muito mais além do sol,
Onde meu reinado acaba no seu coração,
Onde os sonhos se tornam realidade,
E uma lenda nasceu gravada a fogo em minha pele
coro

Com a força do meu coração,
E a coragem de um amor se fim,
Me armarei um dia, de valor,
E voltarei a conquistar o que perdi,
Com a força do meu coração,
Lutarei até recuperar,
Cada instante que passei sem você,
No ermo de um distante adeus.

Minhas ilusões brotam sem razão,
São o legado da inveja e do poder,
Mas a esperança nunca morre, porque sei que te levo bem dentro de mim, em mim...

coro

Com a força do meu coração,
E a coragem de um amor se fim,
Me armarei um dia, de valor,
E volatarei a conquistar o que perdi,
Com a força do meu coração,
Lutarei

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Capa de vaso sanitário de papai Noel no programa Sabor de Vida

Agradecimento ao pai

Já que estou numa de Igreja fica aqui esta foto para quem quiser imprimir e dar aos filhos...
É sem duvida uma boa maneira de aprenderem a rezar...

Crisma

Hoje vou começar a frequentar as reuniões para ser Crismada...
Para quem não sabe o que é fica aqui uma descrição que tirei do site da Paróquia de Faro...


O SACRAMENTO DA CRISMA

1) O que é o Sacramento da Crisma?

Nascidos para a vida da graça pelo Baptismo, é pelo Sacramento do Crisma que recebemos a maturidade da vida espiritual. Ou seja, somos fortalecidos pelo Divino Espírito Santo, que nos torna capazes de defender a nossa Fé, de vencer as tentações, de procurarmos a santidade com todas as forças da alma. Pelo Baptismo nós nascemos, pela Crisma nós crescemos na vida da graça.
Pelo Baptismo nós nascemos, pelo Crisma nós crescemos na vida da graça.



2) Matéria e Forma
A matéria do Sacramento da Crisma é o Santo Crisma, o óleo da oliveira (azeite), misturado com um bálsamo perfumado e abençoado solenemente pelo Bispo na Quinta-feira Santa, na Missa Crisma. Essa matéria é usada pelo Bispo na cerimónia do Crisma, junto com a imposição das mãos sobre a cabeça, quando o ministro traça o Sinal da Cruz com o Santo Crisma na fronte do crismando, dizendo as palavras da Forma.
A Forma do Sacramento da Crisma é: RECEBE POR ESTE SINAL, O ESPÍRITO SANTO, O DOM DE DEUS.
Após realizar este gesto, o Bispo acrescenta: A paz esteja contigo. E o confirmado responde: Ámen. Significar que ele é soldado de Cristo, tendo o dever de suportar pacientemente, em nome de Jesus, toda sorte de sofrimentos e de injúrias, defender a Fé quando atacada e conhecer a doutrina.


3) Ministro da Crisma
O ministro do Sacramento do Crisma é o Bispo, pois é o pai de todos os fiéis, aquele que lhes confere a maturidade da vida da graça. Em caso de perigo de morte, um simples Padre deve crismar, pois é importante entrarmos no Céu com todas as capacidades de amor a Deus.
A Crisma não é absolutamente necessária para a salvação (uma pessoa não crismada pode ir para o Céu), mas é muito importante receber a Crisma desde cedo: só com a Crisma teremos no Céu a proximidade de Deus e a intensidade de amor que Ele quer nos dar. Além disso, só com a Crisma teremos todas as forças necessárias para vencer as tentações e caminharmos firmemente no caminho da perfeição. De modo que seria grave negligência dos pais se não preparassem seus filhos para receber este Sacramento da perfeição cristã.


4) Instituição da Crisma
Como sabemos que Jesus Cristo instituiu este Sacramento, se não aparece este fato no Evangelho?
Sabemos que verdadeiramente Jesus Cristo instituiu o Sacramento do Crisma porque os Apóstolos administraram este Sacramento, como aparece nos Actos dos Apóstolos (Atos, 8, 14) e porque a Igreja sempre ensinou esta verdade. Vejam o que já ensinava S. Cripriano, Bispo martirizado no ano 258: “Os baptizados serão conduzidos aos Bispos, a fim de, por sua oração e imposição das mãos, receberem o Espírito Santo, e pelo selo do Senhor, serem perfeitos.” 


5) Quais são as graças que recebemos pelo Sacramento do Crisma?

Aumento da graça santificante.
Recebemos de modo novo e especial o Divino Espírito Santo, com seus sete dons sagrados.
Imprime o carácter de Soldados de Cristo.
A crisma, como o Baptismo e a Ordem, imprime carácter, ou seja, marca de modo indelével nossa alma, de modo que nunca mais perdemos a marca de crismados. Por essa razão não podemos receber a Crisma mais de uma vez, como também o Baptismo e a Ordem.
 
6) Quais são os sete dons do Espírito Santo que recebemos de modo especial na Crisma?

São eles:
1 – Temor de Deus
2 – Piedade
3 – Fortaleza
4 – Conselho
5 – Ciência
6 – Inteligência
7 – Sabedoria


7) Por que existem padrinhos para a Crisma?
Porque, como no caso do Baptismo, é bom termos pais espirituais que nos apresentem à Igreja nesta ocasião tão importante, nos aconselhem nas lutas da vida, e rezem por nós. Por isso os padrinhos da Crisma devem ser bons católicos, terem sido crismados, tendo já idade suficiente para aconselhar seus afilhados.
 
Para terminar, devemos considerar que o Crisma é o Sacramento que aumenta o Amor de Deus em nossos corações. Aos sairmos da cerimónia do Crisma, como soldados de Cristo, temos nossos corações dilatados, abertos para muitas novas graças, capazes de amar a Deus com muito mais forças. É a acção do Divino Espírito Santo que realiza isso em nós.
Devemos estar atentos em deixá-Lo agir em nós, pois Ele vai nos guiar pelos difíceis caminhos da vida, vai nos encher o coração com muitas alegrias espirituais, com o gosto pela oração, com as forças para vencer as tentações. Só assim poderemos estar cada dia mais próximos do Coração de Nosso Senhor, para servi-Lo e amá-Lo para sempre.


Ontem foi dia de dentista...

Ontem a Cristiana foi ao dentista pela 2 vez...e Adorou!!!!

Foi novamente colocar selantes nos dentes para os proteger...
Levou o tempo todo a dizer ao dentista que quando for adulta vai ser tambem dentista porque quer arranjar os dentes da mãe do pai, mano e familia toda... que simpatica a minha filhota...lol

Colocar selantes nos dentes é a melhor forma de prevenir caries... fica aqui uma breve descrição sobre este assunto...

Selantes Protegem os Dentes de Crianças, Jovens e Adultos

Esse é o momento ideal para apresentar ao seu filho o dentista.

Os selantes de fissuras são uma resina que se coloca na face do dente usada na mastigação de modo a preteger o dente. Não dispensa a escovagem mas admite uma técnica menos adequada de a fazer. É por isso, um tratamento indicado para crianças e também para jovens e adultos, mas sendo apenas aplicável em dentes sem restaurações nem cáries.

Os pais devem estar atentos ao aparecimento dos primeiros molares por volta dos 7 anos e aos segundos molares volta dos 10 anos e levar logo a criança ao dentista, pois é esta a altura mais adequada para a aplicação dos selantes.

... e nunca esquecer de...  LAVAR MUITO BEM OS DENTES!!!!...

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Bom dia

Bom dia de terça-feira para todos...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

D. Pedro e D. Inês - Uma linda História de Amor




D. Pedro I, infante de Portugal, era filho do rei D. Afonso IV e de D. Beatriz de Castela.
Em criança foi-lhe prometido casamento com a princesa D. Branca, filha do Infante D. Pedro de Castela, prima do rei Afonso XI e neta de Sancho IV de Castela e D. Maria Molina. Era um casamento político que acabou por não se consumar, pois a jovem D. Branca, aos 14 anos, mostrava-se tão fraca e doente que o Infante se recusou a casar com ela.
Terminado este triste episódio, D. Afonso IV voltou de novo a tentar arranjar- lhe noiva, escolhendo D. Constança Manoel, filha do grande fidalgo D. Joao Manoel, cronista e poeta, senhor de várias vilas e castelos. Depois de tempos atribulados e de muitas intrigas pelo meio conseguiu-se enfim concretizar o casamento, entrando em Portugal D. Constança, com as honrarias devidas a um descendente dos reis de Castela, Leão e Aragão.
Ao Infante, no entanto, não agradou muito este enlace, pois queria ter sido ele a escolher noiva.
Este casamento por conveniência levou a que o Infante se afastasse da esposa, passando os dias a folgar e caçar nas terras de Touguia.
A vida de D. Pedro continuava assim afogada em excessos até que um dia seus olhos pousaram na dama de companhia de D. Constança que o entonteceram de tal maneira que pensou em nunca mais a abandonar.
O escândalo tomou tais proporções que a esposa , D. Constança, resolveu convidar D. Inês para madrinha do filho que tinha no ventre pois considerava que este parentesco espiritual os afastaria.
Porém, tal decisão não teve a eficácia necessária, pois D. Pedro, de carácter extremamente apaixonado e arrebatado, não vergava a nada que impedisse a concretização dessa paixão.
O    seu amor excedeu de tal modo que o escândalo estalou na corte e o rei D.Afonso IV forçou a amante do filho a sair do país. Inês escondeu-se no castelo de Albuquerque, próximo da fronteira portuguesa, situado no alto de uma escarpa, a poucos quilómetros do Alentejo.
Fora construído por D. Afonso Sanches, filho bastardo de D. Dinis e familiar de D. Inês, pois aí tinha sido criada pela tia D. Teresa de Alburquerque, desde tenra idade.
Foi no entanto, uma afronta a D. Afonso IV que sempre odiou esse irmão bastardo, a quem culpava das desavenças tidas com o pai, o rei D. Dinis.
Entretanto, nem a distancia foi obstáculo aos dois amantes, visto que continuaram a corresponder-se por intermédio de várias pessoas.
Em 1354, D. Constança morre ao dar à luz o terceiro filho. D. Pedro fica então liberto para ir buscar a sua amada. Preso como estava a um casamento que não procurara nem queria, viu na morte da esposa a sua libertação.
Logo a seguir à morte da sua esposa, D. Pedro traz D. Inês para Portugal e leva-a para as terras da Lourinhã que eram muito do seu agrado. Instala-a numa quinta em Moledo, nas proximidades do Paço da Serra, onde ele passava os seus tempos de lazer. Viveram separados algum tempo e depois juntos, quer nesta duas localidades, quer em Touguia.
Foram tempos felizes, apesar dos murmúrios do povo, que não via com bons olhos a espanhola. Consideravam que a formosa dama era uma filha bastarda do poderoso fidalgo galego Pedro Fernandez de Castro e os seus irmãos, Álvaro Pires de Castro e Fernando de Castro não escondiam as suas ambições em relação ao poder. Seguindo em Castela o partido do senhor de Alburquerque, que se colocara contra o soberano castelhano, contribuíram para a má relação entre Portugal e Castela. Ambicionando submeter à sua influência os dois reinos peninsulares. Conseguiram que D. Pedro se declarasse pretendente às coroas de Leão e Castela, o que deixou D. Afonso IV desgostoso, pois queria Portugal independente e neutral das lutas castelhanas.
Por outro lado, Afonso IV via com apreensão a existência dos filhos bastardos de D. Pedro, que considerava de mau prenúncio para a paz interna do pais.
Esta agudizou-se com o aparecimento da "peste" que apavorava toda a gente. Então, os mais medrosos, diziam ser um "mau olhado" e culpavam D. Inês de todo o mal.
O reino até então próspero, começa a empobrecer e o medo invade as populações. D. Afonso IV, para minimizar a crise, publica e faz cumprir as "Leis do Trabalho', mas a situação continuava difícil e sem solução à vista. Os campos que tinham sido férteis, encontravam-se abandonados e as populações apavoradas com a peste, fogem sem destino.
Neste clima, D. Pedro resolve partir com D. Inês e leva-a para os arredores do Porto, para Canidelo, onde a instala com todas as honras e comodidades.
Entretanto o descontentamento aumenta à medida que o escândalo dos amores prossegue. Os conselheiros falam que D. Pedro está dominado pelos irmãos de Inês e a sua amizade torna-se cada vez mais preocupante – facto comprovado por várias doações e nomeações feitas àquela família, tendo chegado Álvaro Pires de Castro a Condestável do Reino. A desconfiança alastra e o ódio aos Castros também.
Tempos depois, já os dois amantes não estão em Canidelo, mas em Coimbra, numa quinta próxima do Mosteiro de Santa Clara, o que foi muito mal aceite pelo povo, que não via com bons olhos aqueles amores adúlteros, principalmente por se passarem junto ao Convento de Santa Clara, onde a bondosa rainha D. Isabel de Aragão vivera e se tornara santa. Mas a eles nada importava senão o seu amor...
Os notáveis do reino temiam cada vez mais a poderosa influência dos Castros e insistem com o rei que a única solução é acabar com a vida de Inês.
Os conselheiros Pedro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco pressentiram o perigo e temiam que os intriguistas e ambiciosos irmãos da espanhola levassem D. Pedro a ser um mau rei e receavam pela vida do pequeno Infante D. Fernando, o filho legitimo de D. Pedro e D. Constança e futuro rei de Portugal. Nos primeiros dias de Janeiro de 1355 planeiam a morte de Inês no Castelo de Montemor-o-Velho e pedem ao rei a sua anuência.
O rei ficou dividido entre as razões do Estado e o sentimento familiar. Acaba por vencer a razão do Estado... e assim, no dia 7 de Janeiro desse mesmo ano, D. Afonso IV mete-se a caminho de Coimbra, acompanhado de gente armada, para matar a adúltera.
Conta-se que um facto estranho se passou em Coimbra nessa triste madrugada... Antes da partida de D. Pedro para a caça, algo aconteceu: foi um pressentimento do que iria suceder. Quando o Infante e os seus homens se preparavam para sair, um velho cão negro, de aspecto feroz, destacou-se da matilha e enfurecido por qualquer força estranha, correu em direcção a Inês. A fera estava horrível, com um brilho demoníaco nos olhos, a boca a espumar, os dentes a brilhar, pronta a atacar...
O príncipe e os seus homens ficaram petrificados, mas de repente, D. Pedro, decidido, avançou com a espada e de um só golpe degolou a fera, que veio a cair cambaleante aos pés de Inês salpicando-lhe o traje de gotas de sangue. Um pavor supersticioso gelou o ambiente... D. Inês ficou só... e um grande temor a inundou. Ao menor barulho o coração tremia como que adivinhasse a tragédia.
E ela iria consumar­-se. O rei D. Afonso IV e os seus conselheiros entram no paço e apesar das súplicas da “mísera e mesquinha” a tragédia desenrola-se... não sem que o rei hesite, angustiado, perante a fragilidade da dama e os choros das crianças... Inês é finalmente assassinada.
Após o assassínio, D. Inês foi levada para a igreja de Santa Clara e foi enterrada no dia 7 de Janeiro de 1355. Estava consumada a tragédia...
Ao ter conhecimento do bárbaro feito, a reacção de D. Pedro foi violenta: levantou um exército contra o rei, seu pai e entre os seus apoiantes. D. Afonso IV marchou para o norte à frente das suas tropas e só a intervenção da rainha D. Beatriz, D. Pedro assinou a paz com o pai.
Em 1357 morreu D. Afonso IV e D. Pedro subiu finalmente subiu ao trono. Este procurou de imediato reaver os assassinos de D. Inês que se encontravam refugiados em Castela. Graças a um contrato com o primo D. Pedro de Castela, D. Pedro I, conseguiu a extradição de Pedro Coelho e Álvaro Gonçalves, já que Diogo Lopes Pacheco conseguira fugir a tempo para Aragão e posteriormente para França.
Foram entregues ao rei, em Santarém. Este, desejoso de vingança, mandou tirar o coração pelo peito a Pero Coelho e pelas costas a Álvaro Gonçalves. Depois, reza a história, não contente com isso pediu que lhe trouxessem cebola e vinagre e segundo a lenda teria trincado os corações.
Entretanto, D. Pedro mandou construir um belo túmulo destinado a recolher os restos mortais daquela que, segundo afirmou, fora sua esposa e que queria dignificada depois da morte.

Algarve - fotos que eu vou tirando...


domingo, 13 de novembro de 2011

As minhas coisas...

Vou publicar aqui no blog uns aventais para garrafa, acabadinhos de fazer...